O Corpo Coletivo Artístico, é uma estrutura multidisciplinar de artes performativas que nasce da evolução da Associação de Dança de Leiria, com mais de 14 anos de experiência no desenvolvimento de projetos de referência.
A DIMENSÃO HUMANA DO PROJETO
MISSÃO E MANIFESTO
Assumimos a missão de promover a criação, formação e integração cultural. O coletivo organiza-se a partir de uma prática artística que valoriza simultaneamente a exigência estética e a dimensão humana, entendendo a arte como um território de encontro, experiência e transformação.
Ino
va ção
Au tenti cidade
Ido nei dade
Li ber dade
Comu
ni
dade
Artis tici dade
Susten
tabi lidade
Somos um Corpo.
Despido de máscaras, de hierarquias, de fronteiras entre quem “sabe” e quem “sente”.
Somos um corpo despido.
Não como provocação, mas como princípio. A essência é origem, a imagem — eco.
O que procuramos tem nome: Autenticidade.
Acreditamos que todos os corpos dançam — mesmo os que ainda não sabem que o fazem. Pois corpo que move é aquele que carrega presença, verdade e vontade — um corpo disponível para sentir, expressar e existir.
Acreditamos que a dança, tal como todas as artes, é sobretudo uma ferramenta para algo maior. Para a liberdade, a união e a transformação.
Não excluímos a exigência estética nem a busca pela excelência. Ser livre e solidário não significa abdicar de rigor artístico.
Somos um Coletivo.
Somos sem periferia. Atravessamos. Questionamos. Resistimos. E dançamos onde a vida acontece.
Na técnica que orienta.
Na limitação que se torna expressão.
No coração que lidera o que é profundamente real.
Porque Coletivo é soma e é teia.
Onde o corpo é suficiente.
Onde tudo se cruza e tudo se potencia.
Onde dançar não é privilégio e sim encontro.
Onde formação, criação e comunidade estão entrelaçadas, vivas e inseparáveis.
Por uma comunidade mais próxima do corpo e mais disponível para o corpo.
Por uma comunidade mais próxima da arte. Mais próxima da sua humanidade. Mais próxima da vida.
Somos Corpo.
Se a nossa proposta ressoa contigo, tens um lugar aqui. Vem fazer parte da nossa transformação.
Acredita profundamente no poder transformador das pessoas, das comunidades e dos sonhos, entendendo-os como matéria viva para construir o futuro.
Fundadora e mentora do projeto, Susana Lopes acompanha o coletivo desde a primeira hora, sustentando a visão de uma estrutura onde a exigência artística e o cuidado humano crescem juntos.
Rute
Vitorino
Direção artística
e coreografia
Acredita que a dança não é para poucos. Sendo ancestral, coletiva e necessária.
Coreógrafa, intérprete e diretora artística do coletivo, Rute Vitorino dedica a sua prática à criação contemporânea, à inclusão social e às dinâmicas colaborativas. Formada com distinção pelo Institute of the Arts Barcelona, o seu percurso cruzou-se com mestres e companhias de referência mundial como Wayne McGregor, Akram Khan e a Batsheva Ensemble. Especializada em Dança Movimento Terapia, a sua linguagem artística explora a memória, a escuta e o corpo enquanto território poético e político, procurando ativamente dissolver as fronteiras entre o intérprete e o público. O seu trabalho em prol da acessibilidade física e social em contextos vulneráveis valeu ao coletivo a distinção do Prémio Acesso Cultura, assinando também obras premiadas nacional e internacionalmente.
Dulcina
Ferreira
Gestão Financeira
Acredita na importância da sustentabilidade organizacional como alicerce fundamental à concretização de projetos artísticos e educativos de impacto social profundo.
Dulcina Ferreira é a estrutura que sustenta a arte e a aproxima da comunidade, construindo pontes sólidas entre a gestão organizacional e a mediação cultural. Através do seu percurso, garante a sustentabilidade necessária para que a expressão artística se materialize em impacto social, transformando a coordenação administrativa num território de proximidade, diálogo e acolhimento humano. Com uma sólida experiência consolidada na produção cultural e na articulação administrativa de projetos sociais e artísticos, o seu trajeto integra a passagem por estruturas de desenvolvimento social de proximidade, escolas de dança e academias de música. Integra atualmente a direção do coletivo, assegurando o equilíbrio operacional e a viabilidade dos projetos artísticos e educativos.
Uma visão que não divide - que tece, que inclui, que humaniza.
Maria Maldonado é bailarina, professora de dança e profissional de Pilates. Iniciou o seu percurso artístico ainda em criança, no Conservatório Annarella Sánchez, em Leiria, onde desenvolveu a sua formação em Ballet Clássico e Dança Contemporânea até aos 17 anos. Desde cedo, construiu uma sólida base técnica e artística, que viria a conduzi-la ao universo profissional da dança.
Aos 17 anos, iniciou a sua carreira como bailarina profissional na África do Sul, integrando o Cape Town City Ballet, na Cidade do Cabo. Durante o seu percurso na companhia, teve a oportunidade de trabalhar num contexto profissional internacional, aprofundando a sua experiência de palco, disciplina artística e maturidade enquanto intérprete.
Em janeiro de 2025, paralelamente à sua carreira enquanto bailarina, iniciou o seu percurso na área do Pilates, ampliando a sua formação e conhecimento sobre o corpo, o movimento e a consciência corporal.
Regressou a Portugal em setembro de 2025 e, atualmente, dedica-se ao ensino da Dança e Pilates, procurando partilhar a experiência adquirida ao longo do seu percurso artístico e profissional e contribuir para o desenvolvimento técnico, artístico e corporal dos seus alunos.
Andreia Marques
Danças de Salão
Licenciada em Dança pela Escola Superior de Dança e Mestre em Treino de Alto Rendimento pela Faculdade de Motricidade Humana (Universidade de Lisboa), Andreia Marques aliou o seu percurso artístico à investigação científica, estudando a Dança como ferramenta de reabilitação na Saúde Mental. Iniciou o seu trajeto nas Danças de Salão em 2009 e acumula uma larga experiência como docente e mentora em diversas academias e enriquecimentos curriculares. Mantém-se em constante atualização através de formações especializadas em ensino e treino de jovens nas Danças Desportivas (FPDD), guiando a sua prática pela profunda crença de que a dança é uma força motriz de inclusão, bem-estar e desenvolvimento pessoal.
Licenciada em Dança pela Escola Superior de Dança onde trabalhou com diversos professores, como Bárbara Griggi, Ana Silva Marques, Vanda Nascimento, Amélia Bentes, Ângelo Neto, João Fernandes, Maria José Fazend, Ofélia Cardoso, Sylvia Rijmer, Madalena Xavier, Jácome Filipe, Vitor Garcia. Mestre em Treino de Alto Rendimento pela Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa, onde desenvolveu investigação sobre a Dança como Reabilitação da Saúde Mental.
Iniciou nas danças de salão em 2009, conta com uma vasta experiência como professora e mentora de atividades de enriquecimento curricular, lecionou em diversas instituições e desde 2018 integra o corpo docente da Academia Chiquedance, em Alcobaça.
Ao longo da sua carreira, frequentou diversos workshops com Amélia Mendes, Miguel Ramalho, Gonçalo Andrade e Luís Malaquias, e formações especializadas em ensino e treino de jovens nas Danças Desportivas promovidas pela FPDD, com professores como Justyna Hawkins, Alberto Rodrigues, Edgar Branco, Milene Matias, Telmo e Vanessa Ferrão. Participou em diversos workshops e conferências em Portugal e Espanha, que reforçaram a sua visão pedagógica e artística. Acredita que a dança é não só uma forma de expressão artística, mas também uma poderosa ferramenta de inclusão, desenvolvimento pessoal e bem-estar.
Joana Inês Santos
Dança Clássica e Contemporânea
É licenciada em Dança — Criação e Interpretação, pela Escola Superior de Dança de Lisboa (2010/2013). Foi-lhe atribuída uma bolsa no âmbito do programa Sócrates-Erasmus, para o Institut Del Teatre, em Barcelona. Finaliza em 2017 o Mestrado em Ensino de Dança na Escola Superior de Dança de Lisboa, com estágio na área de Técnica de Dança Clássica na Escola Vocacional de Dança das Caldas da Rainha. É certificada pelo método Progressing Ballet Technique (PBT) e pelo método Progressing Contemporary Technique.
Entre diversas ações de formação, destaca: workshop intensivo “Pointe intensive teacher training”, ministrado pela fisioterapeuta australiana Lisa Howell; formação intensiva para professores de Dança Clássica orientada pela professora Maria Luísa Carles nos estúdios Victor Córdon; workshop “Mind and Movement”, orientado por Catarina Carvalho, bailarina da companhia Wayne McGregor (Londres); formação em “Mímica Clássica e Repertório para alunos de dança clássica”, orientada pela ex-bailarina da CNB Cristina Maciel; curso intensivo de Verão “Gaga Movement”, em Barcelona, no Institut Del Teatre; master classes de Dança Clássica, método Vaganova, com o professor Misha Tchoupakov; e o curso “Treino em Dança”, sob orientação do Professor Doutor Luís Xarez, na Faculdade de Motricidade Humana, entre outros.
Criou em 2013 o seu projeto Melodium (www.melodium-project.com), que junta música original do compositor André Barros, com violoncelo e violino ao vivo, ballet e dança contemporânea.
Atualmente é professora de técnica de dança clássica, ballet e dança contemporânea para adultos na Escola Dança Leiria e no Sport Operário Marinhense (SOM). Leciona também técnica de dança clássica no Curso Básico de Dança na EVDCR e no SOM (ensino artístico especializado).
Marta Bajouco
Dança Jazz e Danças Urbanas
Marta Bajouco, de Coimbra, iniciou a sua formação na dança na Academia de Bailado da Lousã (2007-2014), completando o 5.º grau em Ballet Clássico.
Na DNA Dance N Arts’ School começou a dançar Hip-Hop (2016-2022: Breaking, Popping, Locking, Waacking, House e Hip-Hop), tornando-se mais tarde monitora da modalidade (2019-2023). Participou em várias batalhas de dança, tais como a Excellence Breaking Battle, First Steps (1.º lugar Mestre da Cypher), Call Them Out e HipHop International, entre 2017 e 2020.
Foi também na DNA que se formou em Dança Contemporânea (2023-2024) e em Teatro Musical (2020-2023), onde aprendeu dança Jazz.
Já fez formações com Ricardo Ambrózio (Dança Contemporânea), Aldara Bizarro (Dança-Teatro), Hoan (Popping), Jaygee (Popping) e, em Londres, com Jimmy Williams (Locking), Balli Logan (Commercial) e Jack Warren (Jazz, Chicago Musical Workshop).
Integrou o RAMPA.1 (2024), um projeto de formação e criação artística organizado pelo Convento São Francisco, TAGV, Escola da Noite e Teatrão, apresentando a peça “Super!”, com direção de Miguel Pereira, d’O Rumo do Fumo, e assistência de direção de Pietro Romani. Realizou intervenções de dança contemporânea nas ruas de Coimbra com Filipa Sampaio e Laura Domingo Agüero. Para além da dança, foca a sua formação e trabalho na música e no teatro.
Mariana Amado
Iniciação à Dança, Dança Contemporânea e MOVE 60+
Licenciada em Dança pela Escola Superior de Dança de Lisboa, Mariana Amado iniciou o seu percurso no ballet clássico, expandindo mais tarde os seus horizontes para as danças urbanas, a dança contemporânea e, atualmente, o Tango Argentino. O seu trajeto como intérprete inclui a participação em peças apresentadas em palcos de relevo como o CCB, residências artísticas no Castelo de Leiria (Festival Metadança) e distinções competitivas, com destaque para o 1.º lugar como solista na categoria de contemporâneo adulto no Festival Internacional de Cascais. No coletivo, a sua versatilidade e sensibilidade humana cruzam-se de forma única, lecionando desde os primeiros passos na Iniciação à Dança até ao projeto comunitário MOVE 60+.
Iniciou o seu percurso na dança através do ballet clássico na escola de dança Katdancing, em Monte Real, onde uns anos mais tarde acumulou também as danças urbanas e posteriormente a dança contemporânea. Licenciou-se em Dança pela Escola Superior de Dança em Lisboa, onde teve a oportunidade de trabalhar com Amélia Bentes, Vítor Garcia, Cristina Graça, Inês Pedruco, Vera Amorim, Ana Moreno, Sylvia Rijmer, Kelly Nakamura, Liliana Garcia, Ângelo Cid Neto e Maria Ramos, entre outros.
Ao longo do seu percurso procurou sempre manter-se em formação e expandir os seus horizontes na área da dança, tendo frequentado vários workshops e master classes com personalidades como Pedro Borralho (Dança Jive), Diana Rego (Bollywood), Francisca Durão (Flamenco), Jojo Lopes (Commercial Dance), João Costa (Latin Fusion) e Ricky Bonavita (dança contemporânea), entre outros. Embora o foco da sua formação seja a dança clássica e a dança contemporânea, atualmente encontra-se também a receber formação na área do Tango Argentino.
Participou na peça “Semper Viven”, de Fernando Crêspo; “O Jardim”, de Rodrigo Teixeira; e ainda na peça “Partituras para aquecer ou a Ferro e Fogo”, de Francisca Pinto, no CCB, em Lisboa. Fez parte da residência artística no Castelo de Leiria, inserida no Festival Metadança em 2023, com mentoria de Francisco Pedro.
Para além dos diversos espetáculos e apresentações de que fez parte, marca ainda a sua participação em concursos como a Urdang Dance Competition (Viva Dança), realizada em Batalha/Leiria (2019), o Festival Norte Dança no Porto (2019), o “Portugal a Dançar” (final local) em Batalha/Leiria (2022 e 2023), e o Festival Jovem Internacional de Dança São Domingos Cascais, onde obteve o 1.º lugar como solista na categoria contemporâneo adulto (2022).
Patrícia Loução
Movimento Terapeutico
Pós-Graduada em Psicoterapia da Dança e do Movimento pela Universidade de Coimbra — formação que representa a formalização académica de um caminho que trilha há muito mais tempo.
Desde os cinco anos que o corpo é veículo pelo qual experimenta o mundo. A dança começou como linguagem espontânea, a forma mais natural de se expressar e de se sentir presente. Do ballet clássico ao contemporâneo, ao Yin-Yoga e ao movimento somático, com a sua dimensão terapêutica e conexão corpo-mente-espírito; a Matridança, prática de escavação pessoal e de resgate do gesto como património criativo; o Movimento Autêntico, onde reconhece algo que sempre a habitou — a libertação do que se co-move por via do impulso e do gesto como forma inata de expressão emocional. Todas estas práticas lhe têm ensinado que o corpo não é apenas veículo, mas fonte primária de sabedoria.
Certificada em Dança Inclusiva pela Dance Ability Europe, tem vindo a desenvolver trabalho com populações diversas em contextos artísticos e comunitários. A regulação emocional através do corpo é uma ferramenta central, pois acredita que o movimento é uma das vias mais diretas de acesso ao que sentimos, ao que guardamos e ao que precisamos libertar.
Desde cedo percebeu que o cariz social, inclusivo e comunitário faz parte de quem é e da forma como entende a vida e as relações. O corpo é para si território partilhado, lugar de afetos, onde o invisível ganha forma e se torna linguagem comum. Acredita nele como veículo de transformação comunitária — ferramenta poderosa para a saúde mental, a longevidade e a cura transpessoal.
É também licenciada em Design Gráfico e Multimédia pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha e especializada em UI/UX Design e Design de Conversão. Com mais de 10 anos de experiência, tem vindo a cooperar com pequenas e médias empresas para o crescimento e consolidação dos seus negócios ao nível da perceção visual e de posicionamento. Cria estratégias visuais que combinam estética e funcionalidade, traçando narrativas que são fiéis à essência das marcas que nela confiam. O seu trabalho cruza corpo, comunicação visual e cuidado, com especial interesse em regulação nervosa, narrativa corporal e coletivo.
QUEM DÁ CORPO AO COLETIVO
COMUNICAÇÃO E PRESENÇA DIGITAL
Patrícia Martins
Produção e Mediação
Licenciada em Animação Cultural e mestre em Gestão Cultural pela ESAD.CR. É doutoranda em Estudos Artísticos pela Universidade de Coimbra, com bolsa da FCT.
Tem ampla experiência em gestão e mediação cultural — cultura, educação, cidadania e comunidade — e em literatura para a infância, sendo também mediadora de leitura. Publicou “Deu-me o Nome Liberdade o Avô Agostinho da Silva” (Arquivo, 2016), “Maria Nêspera” (Booksmille, 2018) e “Pedrês” (Livros Horizonte, 2020), este integrado no Plano Nacional de Leitura.
É técnica superior de animação cultural no Agrupamento de Escolas de Marrazes, onde coordena o Plano Nacional das Artes, a Rede de Escolas Associadas da UNESCO e a Rede de Escolas para a Educação Intercultural, e desenvolve projetos de mediação cultural que ligam escola, comunidade, artistas e equipamentos culturais — trabalho central para a tese que prepara.
Formadora acreditada, deu aulas e coordenou cursos de animação cultural e gestão de eventos. Em 2019-2020 lecionou Gestão e Avaliação de Projetos na licenciatura de Programação e Produção Cultural da ESAD.CR e é hoje docente convidada na ESTM do I.P. Leiria, onde leciona Animação Cultural e colabora em eventos como as Jornadas de Animação Turística (2022), ali responsável pela coordenação de uma performance transdisciplinar centrada no património e no território.
Integrou desde o início o grupo de missão da candidatura de Leiria a Capital Europeia da Cultura e é membro do Conselho Estratégico da Rede Cultura 2027, a convite do Dr. João Bonifácio Serra. Escreveu no semanário Região de Leiria (2010-2013) e desde 2018 assina uma coluna mensal no Jornal de Leiria sobre cultura, arte, educação e literatura.
Foi presidente da Metamorfose — Associação Cultural e programadora dos ciclos “As Paredes Têm Ouvidos?”, que juntavam concertos — com bandas como os Dead Combo — a conversas entre público e artistas depois do espetáculo.
Participa regularmente em congressos, conferências e aulas abertas sobre educação e artes, a convite: Congresso “O Futuro da Nossa Cidade” (Rede Cultura 2027), Jornadas da ESECS-IPLeiria, Encontros de Bibliotecas Escolares e Encontros do Plano Nacional das Artes e da Rede de Escolas para a Educação Intercultural.
Dinamiza projetos culturais com parceiros locais e nacionais — Fundação Calouste Gulbenkian, Acesso Cultura, Festival a Porta, Município de Leiria, Mapas na Natureza. É autora dos textos de “A Música dá Trabalho”, projeto sobre a literacia das profissões ligadas às artes e à música, com concertos itinerantes nas escolas do concelho de Leiria.
Patrícia Loução
Design e Comunicação
Licenciada em Design Gráfico e Multimédia pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha e Especializada em UI/UX Design e Design de Conversão. Com mais de 10 anos de experiência, tem vindo a cooperar com pequenas e médias empresas para o crescimento e consolidação dos seus negócios ao nível da percepção visual e de posicionamento, com impacto considerável nas suas vendas. Cria estratégias visuais que combinam estética e funcionalidade, traçando narrativas que são fiéis à essência das marcas que nela confiam. Acredita que trabalho visual e emoção vivem intimamente ligados. Pós-Graduada em Psicoterapia da Dança e do Movimento pela Universidade de Coimbra - formação que representa a formalização académica de um caminho que trilha há muito mais tempo.
Rigor e afeto. Um espaço que respira ao ritmo de cada corpo e de cada idade.
O Corpo Coletivo Artístico,é uma estrutura multidisciplinar de artes performativas que nasce da evolução da Associação de Dança de Leiria, com mais de 14 anos de experiência no desenvolvimento de projetos de referência.
A DIMENSÃO HUMANA DO PROJETO
MISSÃO E MANIFESTO
Assumimos a missão de promover a criação, formação e integração cultural. O coletivo organiza-se a partir de uma prática artística que valoriza simultaneamente a exigência estética e a dimensão humana, entendendo a arte como um território de encontro, experiência e transformação.
Ino
va
ção
Au tenti cidade
Ido nei dade
Li ber dade
Comu
ni
dade
Artis tici dade
Susten
tabi lidade
Somos um Corpo.
Despido de máscaras, de hierarquias, de fronteiras entre quem "sabe" e quem "sente".
Somos um corpo despido.
Não como provocação, mas como princípio. A essência é origem, a imagem - eco. O que procuramos tem nome: Autenticidade.
Acreditamos que todos os corpos dançam - mesmo os que ainda não sabem que o fazem. Pois corpo que move é aquele que carrega presença, verdade e vontade - um corpo disponível para sentir, expressar e existir.
Acreditamos que a dança, tal como todas as artes, é sobretudo uma ferramenta
para algo maior. Para a liberdade, a união e a transformação.
Não excluímos a exigência estética nem a busca pela excelência.
Ser livre e solidário não significa abdicar de rigor artístico.
Somos um Coletivo.
Somos sem periferia. Atravessamos. Questionamos. Resistimos. E dançamos onde a vida acontece.
Na técnica que orienta.
Na limitação que se torna expressão.
No coração que lidera o que é profundamente real.
Porque Coletivo é soma e é teia.
Onde o corpo é suficiente.
Onde tudo se cruza e tudo se potencia.
Onde dançar não é privilégio e sim encontro. Onde formação, criação e comunidade estão entrelaçadas, vivas e inseparáveis.
Por uma comunidade mais próxima do corpo e mais disponível para o corpo.
Por uma comunidade mais próxima da arte. Mais próxima da sua humanidade.
Mais próxima da vida.
Somos Corpo.
Se a nossa proposta ressoa contigo, tens um lugar aqui. Vem fazer parte da nossa transformação.
Acredita profundamente no poder transformador das pessoas, das comunidades e dos sonhos, entendendo-os como matéria viva para construir o futuro.
Ler mais
Rute Vitorino
Direção artística e coreografia
Acredita que a dança não é para poucos. Sendo ancestral, coletiva e necessária.
Ler mais
Dulcina Ferreira
Gestão financeira
Acredita na importância da sustentabilidade organizacional como alicerce fundamental à concretização de projetos artísticos e educativos de impacto social profundo.
Ler mais
Uma visão que não divide - que tece, que inclui, que humaniza.
Mestre em Ensino de Dança pela Escola Superior de Dança (ESD) do Instituto Politécnico de Lisboa, Carolina Carvalho iniciou os seus estudos artísticos em 1993. Com uma sólida formação pedagógica certificada, possui uma vasta experiência em Técnica de Dança Clássica, Técnica de Pontas, Barra-de-chão e Sapateado por diversas instituições de referência no país...
Ler bio completa
QUEM DÁ CORPO AO COLETIVO
COMUNICAÇÃO E PRESENÇA DIGITAL
Patrícia Martins
Lorem ipsum
Lorem ipsum
Ler bio completa
Rigor e afeto. Um espaço que respira ao ritmo de cada corpo e de cada idade.
Acredita que a dança não é para poucos. Sendo ancestral, coletiva e necessária.
Coreógrafa, intérprete e diretora artística da CORPO COLETIVO ARTISTICO, dedicada à criação artística, inclusão social e práticas colaborativas. Formada pelo Institute of the Arts Barcelona, onde foi distinguida Dance Student of the Year. Trabalhou e formou-se com artistas e companhias como Wayne McGregor, Jasmin Vardimon, Akram Khan, ACE Dance and Music (UK) e Batsheva Ensemble em Israel.
Desde 2016 dinamiza workshops de dança contemporânea e, a partir de 2018, aulas de movimento inclusivo. É formada em Yoga (2020) e especializada em Dança Movimento Terapia (2021).
A sua prática germina de múltiplos encontros com linguagens e mestres diversos: da fisicalidade visceral de Akram Khan à fluidez do Flying Low com Marion Castaillet e Los Little Guys, do teatro-acrobático da MotionHouse à escuta sensorial da técnica Gaga com a Batsheva Ensemble, do diálogo entre contemporâneo e Capoeira à investigação em Movement de Ido Portal, atravessando ainda residências transformadoras com Douglas Thorpe, Qudus Onikeku, Dada Masilo e Josette Baiz.
Enquanto criadora, cruza movimento, memória, ecologia e herança feminina, privilegiando a construção de comunidades e rituais partilhados mais do que formatos convencionais de espetáculo. Desde 2020 lidera a CORPO como espaço de experimentação e inclusão, tendo recebido o Prémio Acesso Cultura pelo trabalho em acessibilidade física, com impacto em contextos artísticos, educativos e sociais, incluindo bairros sub-representados, escolas e instituições diversas.
Assinou obras premiadas como WOMBSKIN e MACIÇO (Prémio do Público no InShadow Festival e Prémio de Reconhecimento no MAFRA Dance Festival), bem como CICLOS (2022), selecionada para diversos festivais nacionais e internacionais. Colaborou com artistas e instituições em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Irlanda, Roménia e Itália, destacando-se projetos como Dance Bridges, Future Visions e a participação como coreógrafa convidada da OHR Dance Company no Laois Dance Platform, Irlanda entre 2021 e 2024.
Enraizada na escuta, na terra e no corpo como território político e poético, Rute dissolve as fronteiras entre público e intérprete.
MACIÇO: estórias em corpo vivo, esculpidas por gentes.
MACIÇO
Estórias em corpo vivo, esculpidas por gentes.
Inspirado nas Serras de Aire e Candeeiros enquanto território unificador, este projeto artístico cruza dança, cerâmica e audiovisual numa linguagem híbrida que nasce do encontro entre tradição e contemporaneidade.
Desenvolvido a partir das vivências, memórias e costumes das paisagens e comunidades serranas, o processo criativo envolve habitantes locais e artesãos, promovendo partilha, mediação cultural e inclusão.
O resultado materializa-se em duas dimensões complementares — performance e vídeo-dança — explorando poeticamente a transformação da matéria, do corpo e da paisagem.
Sinopse:
Santuário do tempo geológico. Chão comum que nos sustenta, reinventando-se a cada momento. Mutável, impermanente e imprevisível. Um regresso a casa.
MACIÇO propõe uma reflexão sobre corpos que resgatam uma humanidade una com a natureza, que carregam em si as memórias e a dualidade ora dura, ora frágil.
Um diálogo interdisciplinar entre a Dança, o Barro e o Vídeo, que trazem a palco uma viagem sensorial, um olhar contemporâneo sobre a ruralidade e as estórias da serra, onde encontrámos um Maciço para nos depararmos com o facto que habitamos nele tanto quanto ele habita em nós.
Criação / Rute Vitorino
Co-criação Intérpretes /
Ceramistas – Ana Lousada, Carlos Neto
Bailarinos – Beatriz Pereira, Clara Marchana, Júlio Benfica, Patrícia Roda, Rute Vitorino
Vídeo / Rafael Almeida
Direção de projeto / Marina Oliveira
Direção Técnica / Jorge Ferreira
Direção Executiva / Susana Lopes
Cenário e figurinos / Carla Freire
Apoios: Município de Leiria, Rede Cultura 27, Mestre Brás, Município de Alcanena, Teatro José Lúcio da Silva, Cine-Teatro São Pedro, CMGD
A NOSSA HISTÓRIA
COMO CHEGÁMOS AQUI
2012
Fundação da Associação de Dança de Leiria.
Nasce a Associação de Dança de Leiria, primeiro corpo formal de um projeto que já se movia há anos na cidade.
A nossa história
COMO CHEGÁMOS AQUI
2012
Fundação da Associação de Dança de Leiria.
Nasce a Associação de Dança de Leiria, primeiro corpo formal de um projeto que já se movia há anos na cidade.
Quem dá corpo ao coletivo
A DIREÇÃO
Susana Lopes
Mentora e força motriz
Acredita que a dança não é para poucos. Sendo ancestral, coletiva e necessária.
Coreógrafa, intérprete e diretora artística da CORPO COLETIVO ARTISTICO.
A que damos corpo
AS NOSSAS CRIAÇÕES
ANO
MACIÇO: estórias em corpo vivo, esculpidas por gentes.