Movimento como reflexo da história vivida. Onde cada corpo encontra o seu ritmo no seu tempo. Com profissionais sensíveis, n um ambiente acolhedor que te desafia.
Corpo mais forte, mente mais clara, coração menos sozinho.
Aqui cada sessão é exploração física e emocional. Há ganho de força, de equilíbrio e de coordenação. Ganho de memória, de concentração e um olhar sobre a vida mais tranquilo.
Aqui o movimento transforma, cria comunidade e alegria.
Porque dançar aos 60+ não é exercício. É celebração da potência que é estar vivo.
Movimento
e mobilidade
Exercício suave que mantém o corpo ativo. Melhoria de equilíbrio, flexibilidade, força.
+
Sentido de utilidade
e Saúde mental
Alegria. Conexão. Regulação emocional e nervosa. Menos isolamento.
+
Pertença
e comunidade
Criação de vínculo e relações. Motivação, pertença e espírito de grupo.
Aqui o movimento transforma, cria comunidade e alegria. O MOVE 60+ existe para te dizer que a vida não terminou — está a começar de novo.
Com artrite? Movimentos suaves, sem forçar. Até onde se sente bem.
Com mobilidade reduzida? Aula sentado, movimento dos braços, torso, cabeça.
Com problemas de equilíbrio? Movimento apoiado e com segurança.
A recuperar de queda/cirurgia? Começamos devagar, vamos com todo o cuidado e ao teu ritmo, sem forçar.
Com Parkinson ou Alzheimer? O ritmo ajuda à melhoria da cognição. O movimento terapêutico é uma mais valia.
OS CORPOS QUE MOVEM CONNOSCO
O QUE DIZEM OS NOSSOS ALUNOS SÉNIORES
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Movimento como reflexo da história vivida. Onde cada corpo encontra o seu ritmo no seu tempo. Com profissionais sensíveis, num ambiente acolhedor que te desafia.
Corpo mais forte, mente mais clara, coração menos sozinho.
Aqui cada sessão é exploração física e emocional. Há ganho de força, de equilíbrio e de coordenação. Ganho de memória, de concentração e um olhar sobre a vida mais tranquilo. Aqui o movimento transforma, cria comunidade e alegria.
Porque dançar aos 60+ não é exercício. É celebração da potência que é estar vivo.
Movimento e mobilidade
Exercício suave que mantém o corpo ativo. Melhoria de equilíbrio, flexibilidade, força.
+
Sentido de utilidade e saúde mental
Alegria. Conexão. Regulação emocional e nervosa. Menos isolamento.
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Pertença e comunidade
Criação de vínculo e relações. Motivação, pertença e espírito de grupo.
Aqui o movimento transforma, cria comunidade e alegria. O MOVE 60+ existe para te dizer que a vida não terminou — está a começar de novo.
Com artrite? Movimentos suaves, sem forçar. Até onde se sente bem.
Com problemas de equilíbrio? Movimento apoiado e com segurança.
Com mobilidade reduzida? Aula sentado, movimento dos braços, torso, cabeça.
A recuperar de queda/cirurgia? Começamos devagar, vamos com todo o cuidado e ao teu ritmo, sem forçar.
Com Parkinson ou Alzheimer? O ritmo ajuda à melhoria da cognição. O movimento terapêutico é uma mais valia.
O QUE DIZEM OS NOSSOS ALUNOS
DEPOIMENTOS
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Aluna de Dança Contemporânea
Ana Paula, 32 anos
O NOSSO PROCESSO CRIATIVO
STORYTELLING
Participar
Se és pessoa com deficiência, ou representas uma instituição.
Acredita que a dança não é para poucos. Sendo ancestral, coletiva e necessária.
Coreógrafa, intérprete e diretora artística da CORPO COLETIVO ARTISTICO, dedicada à criação artística, inclusão social e práticas colaborativas. Formada pelo Institute of the Arts Barcelona, onde foi distinguida Dance Student of the Year. Trabalhou e formou-se com artistas e companhias como Wayne McGregor, Jasmin Vardimon, Akram Khan, ACE Dance and Music (UK) e Batsheva Ensemble em Israel.
Desde 2016 dinamiza workshops de dança contemporânea e, a partir de 2018, aulas de movimento inclusivo. É formada em Yoga (2020) e especializada em Dança Movimento Terapia (2021).
A sua prática germina de múltiplos encontros com linguagens e mestres diversos: da fisicalidade visceral de Akram Khan à fluidez do Flying Low com Marion Castaillet e Los Little Guys, do teatro-acrobático da MotionHouse à escuta sensorial da técnica Gaga com a Batsheva Ensemble, do diálogo entre contemporâneo e Capoeira à investigação em Movement de Ido Portal, atravessando ainda residências transformadoras com Douglas Thorpe, Qudus Onikeku, Dada Masilo e Josette Baiz.
Enquanto criadora, cruza movimento, memória, ecologia e herança feminina, privilegiando a construção de comunidades e rituais partilhados mais do que formatos convencionais de espetáculo. Desde 2020 lidera a CORPO como espaço de experimentação e inclusão, tendo recebido o Prémio Acesso Cultura pelo trabalho em acessibilidade física, com impacto em contextos artísticos, educativos e sociais, incluindo bairros sub-representados, escolas e instituições diversas.
Assinou obras premiadas como WOMBSKIN e MACIÇO (Prémio do Público no InShadow Festival e Prémio de Reconhecimento no MAFRA Dance Festival), bem como CICLOS (2022), selecionada para diversos festivais nacionais e internacionais. Colaborou com artistas e instituições em Portugal, Espanha, França, Alemanha, Irlanda, Roménia e Itália, destacando-se projetos como Dance Bridges, Future Visions e a participação como coreógrafa convidada da OHR Dance Company no Laois Dance Platform, Irlanda entre 2021 e 2024.
Enraizada na escuta, na terra e no corpo como território político e poético, Rute dissolve as fronteiras entre público e intérprete.
MACIÇO: estórias em corpo vivo, esculpidas por gentes.
MACIÇO
Estórias em corpo vivo, esculpidas por gentes.
Inspirado nas Serras de Aire e Candeeiros enquanto território unificador, este projeto artístico cruza dança, cerâmica e audiovisual numa linguagem híbrida que nasce do encontro entre tradição e contemporaneidade.
Desenvolvido a partir das vivências, memórias e costumes das paisagens e comunidades serranas, o processo criativo envolve habitantes locais e artesãos, promovendo partilha, mediação cultural e inclusão.
O resultado materializa-se em duas dimensões complementares — performance e vídeo-dança — explorando poeticamente a transformação da matéria, do corpo e da paisagem.
Sinopse:
Santuário do tempo geológico. Chão comum que nos sustenta, reinventando-se a cada momento. Mutável, impermanente e imprevisível. Um regresso a casa.
MACIÇO propõe uma reflexão sobre corpos que resgatam uma humanidade una com a natureza, que carregam em si as memórias e a dualidade ora dura, ora frágil.
Um diálogo interdisciplinar entre a Dança, o Barro e o Vídeo, que trazem a palco uma viagem sensorial, um olhar contemporâneo sobre a ruralidade e as estórias da serra, onde encontrámos um Maciço para nos depararmos com o facto que habitamos nele tanto quanto ele habita em nós.
Criação / Rute Vitorino
Co-criação Intérpretes /
Ceramistas – Ana Lousada, Carlos Neto
Bailarinos – Beatriz Pereira, Clara Marchana, Júlio Benfica, Patrícia Roda, Rute Vitorino
Vídeo / Rafael Almeida
Direção de projeto / Marina Oliveira
Direção Técnica / Jorge Ferreira
Direção Executiva / Susana Lopes
Cenário e figurinos / Carla Freire
Apoios: Município de Leiria, Rede Cultura 27, Mestre Brás, Município de Alcanena, Teatro José Lúcio da Silva, Cine-Teatro São Pedro, CMGD
A NOSSA HISTÓRIA
COMO CHEGÁMOS AQUI
2012
Fundação da Associação de Dança de Leiria.
Nasce a Associação de Dança de Leiria, primeiro corpo formal de um projeto que já se movia há anos na cidade.
A nossa história
COMO CHEGÁMOS AQUI
2012
Fundação da Associação de Dança de Leiria.
Nasce a Associação de Dança de Leiria, primeiro corpo formal de um projeto que já se movia há anos na cidade.
Quem dá corpo ao coletivo
A DIREÇÃO
Susana Lopes
Mentora e força motriz
Acredita que a dança não é para poucos. Sendo ancestral, coletiva e necessária.
Coreógrafa, intérprete e diretora artística da CORPO COLETIVO ARTISTICO.
A que damos corpo
AS NOSSAS CRIAÇÕES
ANO
MACIÇO: estórias em corpo vivo, esculpidas por gentes.